Bruno Torres confessou esta terça-feira que o ambiente na seleção portuguesa de futebol de praia "é o melhor possível" e que os jogadores "estão preparados física e psicologicamente" para o Mundial.

O defesa, da equipa portuguesa que inicia na quinta-feira, em Espinho, a tentativa de conseguir o segundo Campeonato do Mundo da sua história, admitiu que há "ansiedade" entre os jogadores pelo arranque da competição - às 14h30, diante do Japão, para o Grupo A.

"Representar Portugal pesa seja em que circunstância for, seja qual for o palco - a ambição é a mesma, ganhar", frisou o jogador do Sporting de Braga, que sobre o cansaço que a equipa possa ter trazido da presença nos Jogos Olímpicos Europeus, em Baku, foi pragmático: "a haver, o cansaço é igual para todos os que lá estiveram".

Para o defesa "ter participado nos Jogos em Baku foi bom para ganhar mais ritmo competitivo", revelando, em conversa com os jornalistas após o treino no estádio em Espinho, sobre de que forma iria a seleção gerir o ambiente que a rodeia.

"Vamos utilizá-lo em nosso favor, mas há que evitar que a ansiedade tome conta de nós", alertou antes de prosseguir a conversa com mais uma posição que revela frieza: "um bom resultado da seleção neste Mundial é ganhar jogo a jogo".

Para o quarto jogador mais internacional da seleção - 158 jogos -, não se pode ambicionar à passagem à fase seguinte sem ganhar os primeiros jogos", lembrando que "mais de 80 por cento dos jogadores da seleção têm mais de 100 internacionalizações", numa alusão à experiência da gestão emocional que vai ser necessária no decorrer da prova.

E sobre a nova bola do Mundial deixou um alerta para quem está na baliza: "É um pouco mais leve e, a haver problemas, será para os guarda-redes, pois muda muito facilmente de trajetória".

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