Numa primeira abordagem, a editora britânica foi dada como adquirida pela Take-Two, num negócio previsto de 994 milhões de dólares. Mas a Electronic Arts chegou-se um pouco mais à frente e ofereceu 1,2 mil milhões de dólares pela editora especialista em jogos de condução, incluindo as séries F1, DiRT, Grid, assim como o catálogo do estúdio Slightly Mad Studios de Project Cars.

O negócio foi agora concluído oficialmente pelo valor inicialmente ajustado, significando que a Electronic Arts tem agora um gigantesco império de jogos de condução, onde se incluía Need For Speed. O interessante é que a EA reforça o seu catálogo baseado em licenças oficiais de desporto, que desde há anos explora FIFA, NBA, NHL, NFL e UFC.

A partir de agora junta-se a licença da FIA para os jogos de Formula 1, e daqui a uns anos vai assegurar a WRC para o mundial de rallies, visto que a Codemasters já tinha garantido a mesma a partir de 2024.

Além disso, a Codemasters é a detentora de MicroMachines, os videojogos dos famosos carrinhos em miniaturas. E ainda muito importante, é que a EA passa a trabalhar novamente com a Slightly Mad Studios de Ian Bell. O estúdio é conhecido pela série Project Cars, mas igualmente os seus simuladores realísticos de condução, tendo inclusivamente colaborado no passado com a EA na produção dos títulos Shift para Need For Speed. A EA fica assim com uma arma adicional para competir com séries como Gran Turismo da Sony e Forza Motorsports da Microsoft.

A aquisição vai dar à Codemasters o acesso à base de jogadores da EA, assim como dados e outras ferramentas para elevar a um novo patamar as suas séries.

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