O Benfica vai à Ucrânia com a eliminatória quase resolvida. Se "no futebol moderno não se decide uma eliminatória de duas mão logo na primeira partida", como dizia Jesus na conferência de imprensa de antevisão deste jogo, seria uma verdadeira catástrofe, depois do resultado do jogo na Luz, o Benfica não chegar à fase de grupos da Liga Europa.

O Benfica começou o jogo algo nervoso, sem conseguir impor o seu jogo, embora o Poltava nunca tenha sido sinónimo de perigo para Quim, que teve uma noite tranquila.

À meia hora, Di Maria conseguiu finalmente desfazer o nulo e os encarnados soltaram-se. Até ao fim da primeira parte, o Benfica criou uma série de oportunidades e só a atenção e elastecidade de Serhiy, guarda-redes do Poltava, impediu o resultado de se avolumar ainda antes do intervalo.

Veio o intervalo, mas para os jogadores do Benfica foi como se este não existisse, pois deram seguimento à pressão que vinham fazendo no final do primeiro tempo. Com velocidade e ritmo a mais para o débil Vorskla Poltava, o Benfica imprimia um ritmo elevado.

Assim, foi sem surpresa que surgiu o segundo golo. Na área, Saviola foi derrubado em falta, como já acontecera com o Marítimo, mas desta feita Cardozo não falhou e num pontapé em força e colocado fez o 2-0.

Começava o "massacre" encarnado e três minutos volvidos, Cardozo, num drible fantástico, engana um defesa ucraniano e assiste Saviola, que só teve de encostar para o 3-0.

O ritmo da partida abrandou mas ainda houve tempo para mais um golo. Acabado de entrar, para render Cardozo, Weldon confirmou que tem 'estrelinha' e fez o 4-0.

Se é certo que os ucranianos não são uma potência do futebol europeu, parece cada vez mais verdade que "será difícil este Benfica acabar um jogo sem marcar golos", como já afirmou Jorge Jesus.

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