O presidente suspenso da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Ángel María Villar, e o seu filho Gorka deverão sair hoje da prisão, após pagas as fianças de 300 e 150 mil euros, respetivamente.

Segundo as autoridades judiciais espanholas, citadas pela agência de notícias Efe, o valor de ambas as fianças foi já depositado, pelo que Ángel Maria Villar e o seu filho Gorka Villar, detidos na prisão de Soto del Real, em Madrid, desde 20 de julho, deverão ser libertados nas próximas horas.

O responsável pela área financeira da RFEF, Juan Padrón, igualmente implicado neste processo de alegada corrupção, também transferiu esta manhã a quantia de 300 mil euros, relativa à fiança, e deverá também deixar a prisão nas próximas horas.

Angel Villar, o seu filho Gorka Villar e outros dois detidos nesta operação – Juan Padrón e o secretário da federação de Tenerife, Ramón Hernández Bausson – são acusados de lesar a RFEF em cerca de 45 milhões de euros.

Com 67 anos, Villar, que liderava o futebol espanhol há cerca de três décadas, e os restantes detidos são suspeitos de administração desleal, apropriação indevida, corrupção entre particulares, falsificação de documentos e ocultação de bens, crimes relativos à organização de partidas internacionais.

Em causa estão alegados benefícios concedidos a empresas do filho de Ángel Villar, Gorka Villar, relacionados com jogos internacionais disputados pela seleção espanhola de futebol.

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