“Sei que é complicado, mas é possível vencer um campeonato do Mundo com o meu país. Vou tentar ganhar o Mundial. Na minha cabeça sei que isso é perfeitamente possível”, sublinhou Ronaldo, que não pode estar presente nos jogos do play-off frente à Bósnia devido à lesão no tornozelo direito, contraída no final de Setembro.

A verdade é que ambição não falta ao craque português, que já venceu uma Liga dos Campeões, já foi o melhor marcador da Europa, além de vários títulos no campeonato inglês, que lhe valeram o prémio de melhor jogador do Mundo o ano passado, um feito só alcançado por Eusébio (1965) e Figo (2001).

Este ano, tudo indica, o prémio deverá ser de Lionel Messi, o que não invalida que Ronaldo continua a ser uma das estrelas maiores do futebol mundial.

Além disso, cumpriu o sonho de menino, ao chegar, esta temporada, na transferência mais cara da história do futebol mundial (94 milhões de euros), ao colosso Real Madrid.

“Tenho mais sete ou oito anos de futebol pela frente, talvez um pouco mais, mas esses garantidamente. Se as minhas pernas o permitirem, quero jogar até aos 40 anos. Quero escrever na primeira página da História, tal como o fizeram Pelé ou Maradona. É ai que quero estar e vou lutar sempre por isso”, frisou.

Apesar de já ter jogado frente ao Zurique, para a Liga dos Campeões, e no último domingo no clássico espanhol frente ao Barcelona, Ronaldo fez ontem treino à parte do grupo, junto com Kaká, em gestão de esforço.

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