A cumprir a primeira temporada no comando técnico do Botafogo, Luís Castro mostrou-se crítico para com as condições de trabalho oferecidas pelo centro de treinos do clube.

"No lado prático, tem um centro de treinos com um piso duríssimo, que é bom para estacionar carros. Mas é onde temos de treinar, mas isso causa-nos muitos problemas devido à dureza do piso. Não temos um centro de treinos com as condições mínimas para o dia a dia", criticou o técnico português, em conferência de imprensa.

O técnico lamentou a distância entre o centro de treinos onde trabalha a equipa principal e a academia do clube.

"Temos uma academia longe de nós e que quero ter mais perto. Tenho consciência que o mercado não vai dar sempre o que teremos. É uma organização e estrutura que queremos mais perto mas andam tão distantes. Não conhecemos os líderes dos departamentos em dois meses porque não temos estrutura. É isso que deve preocupar o projeto. Quero muito atingir tudo o que o Botafogo quer, mas faltam muitas condições práticas para chegar a isso e as pessoas precisam de ter consciência disso", acrescentou.

Luís Castro recordou ainda os recentes protestos dos adeptos do Botafogo, que chegaram a invadir o centro de treinos do clube, garantindo que nunca se deixou assustar.

"Nem pelo bem nem pelo mal. A chegada [ao aeroporto] foi alguns dias depois de me mandarem tomar no cu, o estádio todo. Quer uma situação quer outra, não me esqueço. Fazem-nos pensar o que é o futebol e o que representamos para as pessoas", disse.

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