Os Estados Unidos, campeões em 1991 e 1999 e vice-campeões em título, qualificaram-se na terça-feira para a sua quarta final de um Mundial feminino, ao vencerem a Alemanha por 2-0, na primeira meia-final.

No Estádio Olímpico de Montreal, no Canadá, Carli Lloyd, aos 69 minutos, na transformação de uma grande penalidade inexistente, ‘cavada’ por Alex Morgan, e a suplente Kelley O’Hara, aos 84, selaram o triunfo das norte-americanas.

As germânicas, campeãs em 2003 e 2007 e ‘vices’ em 1995, podem queixar-se do penálti marcado a favor das norte-americanas, mas também do que desperdiçaram aos 60 minutos, com 0-0.

Convidada a apontar aquele que seria o seu sétimo golo na competição, Celia Sasic, atirou ao lado do poste direito da baliza defendida por Hope Solo, que somou o quinto jogo consecutivo sem sofrer golos.

Em matéria de desperdício, os Estados Unidos também têm muito que contar, nomeadamente Alex Morgan, que, na primeira parte, falhou duas vezes na ‘cara’ de Nadine Angerer, já em destaque antes, ao parar um cabeceamento de Julie Johnston.

Na segunda metade, os dois penáltis foram determinantes para o desfecho do encontro, que ficou definitivamente resolvido a seis minutos do fim, com O’Hara a desviar para a baliza deserta, após assistência da ‘capitã’ Lloyd, eleita a melhor em campo.

Lloyd apontou o seu 66.º golo, em 201 encontros pelos Estados Unidos, enquanto O’Hara, que entrou apenas aos 75 minutos, marcou o seu primeiro, à 62.ª internacionalização.

Na final, os Estado Unidos, que selaram a sétima presença no pódio em sete edições do Mundial feminino, vão disputar o título com o vencedor do embate de hoje entre o detentor do título Japão e a Inglaterra, que já garantiu a melhor classificação de sempre.

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