Luís Freire, treinador do Mafra, analisou o triunfo da sua equipa no Campeonato de Portugal.

Análise

“Foi um jogo emotivo. O Farense fez um golo quase a frio, pouco justificou o golo, que marcou numa bola parada. A minha equipa não perdeu a personalidade e não cedeu à pressão de jogar no Estádio Nacional. Reequilibrámos-nos, confiámos em nós próprios e não nos desorientámos. O que desequilibrou foi o golo, mas também não conseguimos criar grande perigo".

"O Mafra quis mandar mais no jogo, o Farense a querer defender o resultado. Fomos felizes no fim. Quando o adversário falha a grande penalidade, o Mafra acreditou e foi mais forte emocionalmente. É o mérito dessa reviravolta com a cabeça e não só com coração. Os jogadores mostraram aqui a sua qualidade. O espetáculo foi bonito".

Triunfo suado

"É uma taça que deu tanto trabalho, horas de treino, conversas e é um sentimento de grande alegria. É para isto que trabalhamos no futebol. É um sonho tornado realidade".

Último jogo à frente do Mafra

"Como é lógico trabalhamos sempre para conseguir dar estas alegrias. É verdade que foi o último jogo, estava definido, mas nunca quis falar sobre isso. Penso que é uma despedida alegre e de coração cheio. Amanhã [segunda-feira] começará outra etapa na minha vida".

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