Com um orçamento global de 160 mil euros, o Valenciano tem, desde Janeiro de 2007, um campo sintético anexo ao Estádio Dr. Lourenço Raimundo, que em 1925, ano da fundação do clube, cedeu os terrenos onde no sábado o Valenciano - campeão distrital na época passada e que agora segue na série A com três empates e uma vitória -, afastou o Olhanense, da Liga Sagres.

"Podemos agradecer a São Teotónio, o nosso padroeiro, ter-nos ajudado a passar pela primeira vez da III eliminatória e de, na nossa estreia com equipas do escalão principal, ter ficado o nosso adversário para fora da carroça".

A devoção ao padre de Ganfei (freguesia do concelho de Valença do Minho), canonizado no século XII pela Igreja Católica não chega para prometer uma peregrinação.

"Não, isso talvez não, mas se nos saísse o Benfica, o meu clube do coração, e o jogo fosse aqui, em Valença, talvez pensasse melhor", confessou, prometendo que se o sorteio assim o ditar "não vai haver transmissão televisiva". A festa será apenas em casa.

Depois de uma recuperação impensável, para muitos, iniciada há quatros anos e meio, o presidente Eduardo Ferreira vai ao ponto de confessar que o que aconteceu a 17 de Outubro foi mais do que um sonho que encontrou a realidade.

"Foi um prémio que Deus nos deu pela seriedade, pelo empenho e pelo sacrifício", desabafou Eduardo Ferreira, um comerciante de 41 anos "valenciano de gema".

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