O nulo reflecte a incapacidade das duas equipas em concretizar as poucas ocasiões que construíram ao longo dos 90 minutos.

Ainda assim, a primeira meia hora indicou que a história do jogo poderia ter saído outra, com três situações de perigo para os ribatejanos e uma para os gilistas.

Estavam decorridos apenas 20 segundos quando André Carvalhas surgiu isolado perante Márcio Ramos e permitiu a defesa deste com os pés.

Aos 13 minutos, Kata trabalhou bem à entrada da área mas o remate, apesar de forte, saiu um pouco ao lado.

Volvidos cinco minutos, Césinha teve nos pés a melhor situação, de todo o jogo, para a sua equipa, mas viu Nené negar-lhe o golo, após remate já dentro da área.

O melhor período do desafio terminou com Paulo Arantes a tirar, em cima da linha de golo, o pão da boca aos avançados locais, na sequência de um pontapé de canto.

A partir daí mandou a chuva que se abateu sobre Fátima, condicionando a acção das duas equipas.

Na segunda parte, a qualidade do futebol praticado caiu ainda mais, apesar disso André Carvalhas foi demasiado lento em duas situações de finalização na área contrária.

As substituições permitiram que o Gil Vicente estivesse melhor nos últimos 20 minutos, perante um adversário carente de opções ofensivas.

No final, os dois treinadores estavam satisfeitos com o empate, destacando a regularidade com que as suas equipas têm somado pontos nesta edição da Liga de Honra.

Após a realização desta jornada, o CD Fátima ocupa o oitavo lugar com 26 pontos, enquanto que o Gil Vicente é 11.º, com 25.

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