Portugal caiu para o terceiro lugar do Grupo F do Euro2020, ao perder por 4-2 com a Alemanha, em encontro da segunda jornada. Em Munique, Cristiano Ronaldo abriu o marcador aos 15 minutos, mas a equipa das quinas não foi capaz de fazer frente aos germânicos, que chegaram à reviravolta ainda antes do intervalo, beneficiando de dois autogolos de Rúben Dias e Raphaël Guerreiro. Na segunda parte, Kai Havertz e Robin Gosens confirmaram o que já se adivinhava, com Diogo Jota ainda a reduzir para o conjunto luso.

Na classificação, Portugal, que na quarta-feira defronta a França, está agora em terceiro lugar, com três pontos, os mesmos da Alemanha, segunda, e menos um do que a líder França, enquanto a Hungria é quarta, com um, depois do 1-1 com os gauleses.

Veja o resumo da partida

Fernando Santos repetiu a equipa que começou o encontro frente à Hungria (3-0). De referir que Sérgio Oliveira não fez parte da ficha de jogo, juntando-se assim aos lesionados João Félix e Nuno Mendes. Joachim Low também não mudou nada na seleção alemã que perdeu contra a França no primeiro jogo (1-0).

A Alemanha entrou a dominar e logo aos cinco minutos viu um golo anulado por fora de jogo de Gnabry. Aos 10' Kai Havertz rematou para defesa incompleta de Rui Patrício, e na insistência Gnabry viu o seu passe ser cortado por Danilo.

Dava para perceber que Portugal iria sofrer em Munique. Só que as aparências enganam e foi contra a corrente do jogo que a equipa das quinas chegou ao 1-0: contra-ataque conduzido por Bernardo Silva, o criativo do Manchester City fez uma grande abertura para Diogo Jota, que serviu Cristiano Ronaldo para o seu primeiro golo de sempre à Alemanha.

Aos 23' Portugal voltou a surpreender a equipa alemã num canto muito rápido, com Bernardo Silva a levantar para o segundo poste, mas o cabeceamento de Rúben Dias não foi o melhor.

Contudo, a 'Mannschaft' continuava com muito espaço para criar perigo - que bem jogaram Serge Gnabry e Gosens - e acabou por chegar à reviravolta em menos de cinco minutos, beneficiando de dois autogolos de Rúben Dias e Raphael Guerreiro (35' e 39'). Foi, de resto, a primeira vez que uma seleção europeia marcou duas vezes na própria baliza num Euro ou Mundial.

Contrariamente ao que sucedeu no jogo com a Hungria, Fernando Santos optou por mexer na equipa logo ao intervalo, lançando Renato Sanches para o lugar de Bernardo Silva. Mas não havia como parar a Alemanha, que fazia o que queria no corredor esquerdo - foi assim que Gosens voltou a levar a melhor sobre Nélson Semedo e serviu Havertz para o 3-1.

Aos 60 minutos, tudo novamente fácil para a formação germânica: cruzamento de Kimmich na direita e Gosens a fletir para o meio e a finalizar de cabeça.

Com a tarefa bem mais complicada, Diogo Jota ainda reduziu para 4-2 e Renato Sanches rematou com estrondo à trave da baliza de Neuer, mas não havia argumentos para travar o caudal ofensivo da seleção alemã.

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