O Conselho de Administração do Racing Santander demitiu-se em bloco na sexta-feira, com a exceção do principal acionista do clube, Ahsan Ali Syed, revelou o emblema cantábrico da Liga espanhola de futebol no seu sítio na Internet.

«Os membros do Conselho de Administração do Racing Santander (com a exceção da empresa WGA, representada por Ahsan Ali Syed) decidiram apresentar a sua demissão. O motivo desta decisão é poupar o clube a uma situação de conflito e de tensão que poderia colocar em perigo a sua unidade», referia o site do clube na sexta-feira.

No penúltimo lugar da Liga, com apenas cinco pontos, o Racing Santander está igualmente em situação financeira difícil, uma vez que ficou sob tutela depois de em julho ter sido declarado falido.

O principal acionista do clube, o indiano Ali Syed, que comprou o Racing em janeiro de 2011, não saldou até ao momento as dívidas do emblema, que estão estimadas em cerca de 30 milhões de euros.

Esta semana, Francisco Pernia, que foi presidente até sexta-feira, provocou a ira dos adeptos do Racing Santander, ao declarar a uma rádio espanhola que passara a dispor de um automóvel de luxo como viatura de representação do cargo.

Por outro lado, o Ministério Público de Nápoles suspeita que o treinador do clube, o argentino Hector Cuper, fizesse parte de uma rede criminosa que se dedicada a combinar resultados de futebol.

Cuper nega qualquer implicação no caso, mas está convocado para ser interrogado pelos inquiridores italianos nos próximos dias, o que, segundo os seus advogados, o deixou surpreendido.

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