No último exercício contabilizado de Joan Laporta como presidente, o “Barça” garantiu um lucro de 11,1 milhões, já depois de impostos.

O clube teve custos de 428 milhões euros (233,9 em salários, aumentos e amortizações) e desembolsou 7,8 milhões em gastos financeiros.

“Estes 445,5 milhões são um recorde na história do FC Barcelona e são a receita mais elevada de sempre apresentada por qualquer entidade desportiva de qualquer país, incluindo os EUA. É um aumento de 16 por cento relativamente ao ano transacto e mais 10 por cento daquilo que tínhamos orçamentado e tudo isto num contexto de crise”, disse Sala i Martin.

O clube, vencedor de Liga espanhola e Liga dos Campeões em 2008/09, entre outros troféus, gastou nessa época 38 milhões em prémios aos jogadores.

Segundo o tesoureiro, o FC Barcelona tem uma dívida líquida de 326 milhões de euros, com 114 milhões deste valor relativo a uma dívida bancária.

A dívida aumentou 124 milhões apenas no ano passado, devido a um litígio com a Fazenda Pública, que já vinha desde os anos 90 e foi agora pago, revelou ainda Sala i Martin.

O tesoureiro do clube revelou ainda que a nova administração do FC Barcelona terá, de futuro, receitas no valor de 750 milhões de euros.

O novo contrato televisivo com a Mediapro, para quatro anos, será firmado por 600 milhões de euros (150/ano).

Além disso, o “Barça” fará uma série de contratos com a Herbalife, Turkish Airlines e Etisalat, entre outros patrocinadores.

O tesoureiro do FC Barcelona revelou igualmente uma oferta de 22 milhões para que as camisolas dos futebolistas continuem a mostrar o logótipo da UNICEF, sendo que esse valor virá de um patrocinador: “Será um patrocinador de outro patrocinador”.

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