O documento, ao qual a agência France-Presse (AFP) teve acesso, não menciona uma data para esse regresso ou estabelece uma quota máxima de ocupação dos estádios, mas obriga os adeptos a registarem-se em listas para poderem assistir às partidas.

Nos dias de jogo, o público deve chegar aos estádios em grupos separados e em horários específicos, e terá de passar por vários controlos de segurança.

O protocolo obriga ao uso de máscara durante a partida, além da medição de temperatura antes da entrada no recinto para detetar eventuais casos de COVID-19, sendo a mesma vedada a quem apresente uma temperatura acima dos 37,5 graus, e prevê áreas reservadas perto das saídas para pessoas consideradas de risco, com idade superior a 70 anos ou com antecedentes clínicos.

Os adeptos terão de respeitar as distâncias de segurança e receberão duas garrafas de água para compensar o fecho dos bares no recinto.

O presidente da Liga espanhola, Javier Tebas, defendeu, várias vezes, um regresso limitado do público aos estádios, desde que houvesse ‘luz verde' por parte das autoridades governamentais e de saúde.

"Se pudéssemos ter 10 ou 15% [de taxa de ocupação do estádio], ficaríamos muito felizes", disse Tebas à imprensa internacional em 11 de junho.

A Espanha já pôs fim ao estado de alerta que foi decretado em março para conter a propagação do novo coronavírus, que já matou mais de 28.000 pessoas no país e infetou mais de 246.500.

A pandemia de COVID-19 já provocou mais de 468 mil mortos e infetou quase 9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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