O FC Barcelona, com Neymar junto a Messi, parte como principal favorito à vitória na edição 2013/2014 da Liga espanhola de futebol, perante um Real Madrid em que Cristiano Ronaldo ainda espera por Gareth Bale.

Com os adversários a “quilómetros” de distância em termos de qualidade, “La Liga” será, certamente, o 10.º capítulo de uma luta a dois: depois do título do Valência, em 2003/2004, só venceram o “Barça” (seis vezes) e os “merengues” (três, incluindo uma com José Mourinho, de regresso ao Chelsea).

As duas equipas parecem ainda mais fortes do que na época passada, em que os catalães passearam no campeonato, igualando o recorde de 100 pontos, selado por “Mou” na temporada transata, sendo que ambos, por razões diferente, mudaram de treinador.

No FC Barcelona, o argentino Gerardo Martino foi o escolhido para substituir Tito Vilanova, que abdicou devido a doença, enquanto o italiano Carlo Ancelotti, que levou o Paris SG ao título francês, foi o eleito para suceder a Mourinho, campeão apenas uma vez em três épocas.

Campeão em título e vencedor de quatro das últimas cinco edições, num ciclo iniciado por Pep Guardiola, o “Barça” arranca como principal candidato, até porque, como já mostrou na pré-temporada, quando joga ao seu melhor nível não está ao alcance de nenhum adversário, espanhol, europeu ou mundial.

A pressão alta, marcante no início da “era” Guardiola, está de regresso e, em termos de plantel, entrou o jovem avançado brasileiro Neymar (ex-Santos), já mais do que uma promessa, e ainda pode chegar um central, tendo saído Thiago Alcântara, contra a vontade catalã, David Villa e Abidal.

Quanto ao “onze”, Neymar será a única novidade, junto a Valdés, Dani Alves, Piqué, Puyol (Mascherano), Jordi Alba, Busquets, Xavi, Iniesta, Pedro e, claro, Messi, o quatro vezes “Bola de Ouro” e três vezes “Bota de Ouro”, o melhor jogador da atualidade.

Por seu lado, o Real Madrid mudou mais, com as entradas de Isco e Illarramendi, o regresso de Carvajal e o aparecimento do “B” Casemiro e as saídas de Higuain, Albiol e Callejon, todos para o Nápoles.

Em matéria de novidades, a maior poderá estar para chegar: o grande desejo “merengue” chama-se Gareth Bale, mas serão precisos mais de 100 milhões de euros para convencer o Tottenham.

Independentemente das mudanças que venham a acontecer até ao fecho do mercado, certo é que a equipa continuará a ser liderada em campo pela imensa categoria do internacional luso Cristiano Ronaldo (mais de um golo por jogo nos “merengues”), num plantel que também tem Pepe e Fábio Coentrão.

A Liga espanhola será uma questão a dois, com o Atlético de Madrid, de Tiago e agora com David Villa no lugar de Radamel Falcão, e o Valência, com Hélder Postiga, em vez de Roberto Soldado, a reforçar o contingente luso, junto a João Pereira e Ricardo Costa, a surgirem como “outsiders”.

A Real Sociedad, equipa sensação da temporada transata, e o Málaga, de Duda, Eliseu, Antunes e Flávio Ferreira (ex-Académica), também são candidatos à Europa, mais do que Sevilha (de Beto, Daniel Carriço e Diogo Figueiras), Espanyol (de Simão e Pizzi), Bétis ou Athletic Bilbau.

As restantes equipas não deverão ambicionar mais do que a manutenção, entre elas o Levante (de Sérgio Pinto), o primeiro adversário do campeão “Barça”, no Nou Camp.

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