Germán 'El Mono' Burgos explicou a filosofia da equipa técnica do Atlético Madrid, liderado por Diego Simoene. Numa publicação nas redes sociais, o adjunto de Simoene falou do espírito 'Atleti' que tentam incutir nos novos jogadores como João Félix, Felipe e Herrera que chegaram esta época. O Atlético Madrid quer que os jogadores encarem cada partida como se fosse uma final e que em campo todos sejam solidários. A ideia é simples: dar tudo pela equipa.

"Este é o nosso primeiro dia de trabalho na semana em que vamos nos preparar para as finais que aí vem: Real Sociedad e Juventus", começa por dizer Germán Burgos, antes de falar da adaptação dos novos jogadores.

"Os jogadores estão a adaptar-se da melhor maneira, mas aquilo a que precisam de se adaptar primeiro é ao peso que a nossa camisola tem e isso requer, antes de mais, uma preparação mental para que depois o corpo possa estar em boa forma. Por outras palavras, é encarar cada jogo como se fosse uma final. Nós preparamos finais, não jogos. Quando o jogador entende essa mensagem está muito mais perto de conseguir os objetivos. Mas é agora, já", contou o antigo guarda-redes argentino, antes de deixar uma frase que sintetiza o Atlético de Simeone.

"A primeira mensagem que deve ficar gravado nessas mentes, e na de todos em geral é esta frase: 'Prefiro morrer com uma flecha no peito do que no rabo'. É preciso dar a vida pelo companheiro e levá-lo ao sucesso", terminou.

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