Os jogadores do Valência abandonaram o relvado durante 15 minutos, depois de um alegado insulto racista de Juan Cala, jogador da equipa da casa, na direção de Mouctar Dkiahaby, defesa-central do Valência.

O jogador valenciano fez queixa ao árbitro da partida e os jogadores recolheram aos balneários.

Depois da interrupção, os jogadores foram para o balneário. O encontro acabou por ser retomado, com Mouctar Diakhaby a ficar no balneário. Entrou Guillamón para o seu lugar.

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Depois de os jogadores das duas equipas terem separado Cala e Diakhaby, o francês foi admoestado com um cartão amarelo e esteve alguns segundos a explicar ao árbitro o que tinha acontecido, antes de se retirar de campo, acompanhado por todos os jogadores ‘che’, entre os quais os portugueses Thierry Correia e Gonçalo Guedes.

A equipa do Cádiz também seguiu o caminho dos balneários e o encontro esteve interrompido cerca de 20 minutos. Embora o Valência tenha regressado ao relvado para retomar o jogo, fê-lo já sem Diakhaby, que foi substituído por Hugo Guillamon.

“A equipa reuniu-se e decidiu voltar ao campo, para lutar por este emblema, embora se mantenha firme na condenação de qualquer ato de racismo, em todas as suas formas”, publicou o clube valenciano, na rede social Twitter.

Por altura da interrupção, a partida da 29.ª jornada da Liga espanhola estava empatada 1-1, com Juan Cala, precisamente, a inaugurar o marcador para o Cádiz, aos 14 minutos, e Kevin Gameiro a repor a igualdade, aos 19, após assistência de Gonçalo Guedes.

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