O FC Barcelona, com Lionel Messi, venceu hoje a Juventus, sem Cristiano Ronaldo, por 2-0, resultado que não espelha a superioridade total dos catalães em Turim, na segunda jornada do Grupo G da Liga dos Campeões em futebol.

A formação catalã teve logo várias oportunidades no primeiro minuto e partiu para um jogo em que esteve sempre por cima, valendo aos italianos a ‘cerimónia’ e falta de pontaria e eficácia de Messi, Dembélé, Griezmann e, mais tarde, Ansu Fati.

Ainda assim, os golos do francês Dembélé, aos 14 minutos, com um remate feliz de fora da área, com tabela em Chiesa, depois de um passe de Messi, e um penálti do argentino, já os 90+1, após falta de Bernardeschi sobre Fati, foram suficientes.

Messi, que já tinha somado um penálti e uma assistência no primeiro jogo (5-1 ao Ferencvaros), passou a contar 117 golos na ‘Champions’, em 145 encontros, e já 70 na fase de grupos, em apenas 74 presenças. Ronaldo, com covid-19, não pôde responder.

Quanto à Juventus, destaque para o facto de ter colocado por três vezes a bola na baliza de Neto, sempre pelo espanhol Álvaro Morata, que em todas as jogadas estava em fora de jogo.

Com este resultado, o ‘onze’ do holandês Ronald Koeman, que vinha de um traumático 1-3 na receção ao Real Madrid, passou a somar seis pontos, com a ‘Juve’ a segurar o segundo lugar, com três, face ao empate (2-2) entre Ferencvaros e Dínamo Kiev.

Em Budapeste, os ucranianos chegaram ao intervalo a vencer por dois golos, apontados por Viktor Tsygankov, aos 28 minutos, de penálti, e o uruguaio Carlos de Pena, aos 41, mas, na segunda parte, o norueguês Tokmac Nguen, aos 59, e o marfinense Franck Boli, aos 90, restabeleceram a igualdade. Somam ambos um ponto.

*artigo atualizado às 22h56 com mais informação

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