No prospeto do empréstimo obrigacionista, enviado este sábado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Benfica indica que ganhou esta época mais de 49 milhões de euros com a participação na Liga dos Campeões (caiu na fase de grupos).

Ao valor da presença na fase de grupos (14,5 milhões) junta-se o montante recebido pelo ranking nos últimos dez anos (28,8 milhões) e os prémios de performance (6,3 milhões correspondentes a duas vitórias e um empate).

Outros montantes dizem respeito às receitas dos jogos (1,1 milhões), o 'market pool' relacionados com os direitos televisivos (869 mil euros) e a redistribuição do fair-play financeiro (535 mil euros). Acertos de prémios da época anterior retiram três milhões de euros a este bolo.

No prospeto enviado à CMVM, os 'encarnados' alertam para o risco associado aos resultados obtidos nas competições nacionais e internacionais.

“A Benfica SAD depende assim da existência dessas competições desportivas (...) e dos resultados alcançados pela sua equipa de futebol, nomeadamente da possibilidade de apuramento para as competições europeias, principalmente na UEFA Champions League”, pode ler-se.

A SAD 'encarnada' nota que “parte significativa dos rendimentos de exploração” resulta de transferências, mas não prevê que “ocorram alienações de direitos de atletas relevantes até ao final da época 2019/20” devido à "conclusão tardia dos campeonatos" e pela "alteração do período de abertura e encerramento da janela de transferências".

A "política sólida e agressiva de desenvolvimento" dos jovens da formação é para manter no clube da Luz: "Tanto a equipa B como outras equipas da I Liga e de topo de outros campeonatos europeus continuarão a ser um instrumento fundamental neste processo de maturação acelerada."

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