O Arsenal de Londres iniciou a partida como só ele saber fazer, pressionante no ataque, perante um Braga nervoso, o que permitiu as muitas investidas dos “gunners” logo nos primeiros minutos.

O atrevimento inglês resultou em golo, aos oito minutos, através de uma grande penalidade, depois do guardião dos minhotos ter derrubado Chamakh na grande área. Na conversão, o maestro espanhol Fàbregas não falhou.

Depois do golo, o Braga reagiu mas sempre que se aproximava da baliza as ideias bloqueavam. Este impasse minhoto resultou no segundo da equipa da casa.

Enquanto o Arsenal “dançava” perto da grande área bracarense, Arsahvin surgiu da esquerda, no momento certo, no limite da linha do fora de jogo, e enviou a bola para o fundo das redes, após passe sublime do suspeito do costume, Cesc Fàbregas.

Com dois golos de desvantagem, a formação comandada por Domingos Paciência limitou-se a assistir o baile arsenalista londrino e a ameaça do terceiro, o que acabou por acontecer aos 33 minutos. Após passe de Wilshere, Chamakh fez, de forma fácil, o golo da vantagem mais do que confortável.

Na segunda parte, mais do mesmo. O Arsenal continuou a espalhar magia no Estádio Emirates e fez, facilmente, mais três golos.

Ao minuto 52, o imparável internacional espanhol Fàbregas fez, de cabeça, o quarto golo depois de um cruzamento do russo Arshavin da esquerda.

O mesmo Arshavin, outro dos grandes deste Arsenal, ainda enviou uma bola poste antes de ter isolado o mexicano Vela, que concluiu com classe perante Felipe, fazendo o quinto golo do Arsenal.

Nos momentos finais, o Arsenal já estava cansado de jogar e a equipa portuguesa limitava-se a correr atrás dos ingleses. O sexto golo resultou da perfeita combinação entre Vela e Fàbregas, com o mexicano a concluir

Braga estreia-se na Liga dos Campeões com uma derrota muito pesada. Domingos já tinha dito que ia ser difícil mas ninguém esperava que o Arsenal superasse o 5-0 alcançado na época passada, contra o FC Porto, nos oitavos-de-final da mesma prova.