Em Alvalade assistiu-se a um grande jogo de futebol. O Sporting vestiu-se de gala e fez uma exibição de encher o olho, a verdade é que a frieza italiana apareceu em momentos-chave e a Fiorentina conseguiu um resultado bem positivo, face à sua exibição.

O Sporting entrou melhor na partida mas foi a Fiorentina que numa das raras vezes da primeira parte que foi à baliza fez o primeiro golo. Aos 6 minutos, Vargas recebe a bola na esquerda, Pedro Silva falha a antecipação, e o número 6 com o caminho desimpedido dá um, dois passos e remata cruzado, não dando hipóteses a Rui Patrício.

A equipa verde-e-branca não virou a cara ao jogo e fez pela vida para chegar à igualdade. A verdade é que entre as muitas oportunidades não conseguiu chegar ao merecido empate ao intervalo.

Contudo, a justiça tarda mas não falha e aos 58 minutos no meio de uma grande confusão na área, a bola sobra para Vukcevic que remata para o lado esquerdo da baliza de Frey e faz o primeiro golo do Sporting.

Apesar disso, o montenegrino desceu rápido do céu ao inferno. O número 10 esqueceu-se que já tinha um amarelo e na hora de festejar tirou a camisola. O árbitro da partida não teve contemplações e expulsou Vukcevic.

Mesmo com menos um, o Sporting não tirou o pé do acelerador. Ao minuto 66 Liedson, apertado, toca para a entrada da  área onde aparece Miguel Veloso que enche o pé esquerdo e mete a bola na gaveta.
Alvalade levantou-se em peso perante o espectacular golo do jovem jogador.

A partir daí, o Sporting baixou o ritmo e a Fiorentina, com mais um jogador, subiu no terreno. Aos 78 minutos, Gilardino recebe um cruzamento na área leonina e num espaço muito diminuto aponta o segundo golo da Fiorentina com classe. Resultado injusto para aquilo que o Sporting estava a fazer.

Os leões bem tentaram invernter o resultado mas já nada havia a fazer. 2-2 foi o resultado final, o Sporting precisa de um empate a três bolas em Itália ou de uma vitória.

Nota para o árbitro da partida que perdoou expulsões a Dianelli e Gamberini da Fiorentina. Nas questões disciplinares teve muito abaixo daquilo a que se pede a um árbitro da Liga dos Campeões.

No Sporting, Matías Fernandez fez uma exibição brilhante a todos os níveis, correndo mais de 11 quilómetros. O chileno foi o verdadeiro pulmão da equipa leonina.

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