A final da competição será a 30 de agosto, no Estádio Anoeta, em San Sebastián, local onde se irão realizar também encontros dos quartos de final e das meias-finais, a par do Estádio San Mamés, em Bilbau.

Após ter sido suspensa em março devido à pandemia de covid-19, a edição de 2019/2020 da ‘Champions’ de futebol feminino será retomada com um novo formato, de ‘final a oito’, jogado em campos neutros naquelas duas localidades do País Basco.

Os quartos de final serão realizados entre 21 e 22 de agosto, com a realização de quatro partidas (Atlético Madrid-Barcelona, Lyon-Bayern Munique, Glasgow City-Wolfsburg e Arsenal-Paris Saint-Germain).

Já as meias-finais serão a 25 e 26 de agosto, uma das partidas entre o vencedor do jogo Arsenal-Paris Saint-Germain e Lyon-Bayern Munique e o outro encontro resultante dos vencedores dos jogos entre Glasgow City-Wolfsburg e Atlético Madrid-Barcelona.

O sorteio para determinar a ordem dos jogos irá decorrer em Nyon, na Suíça, a 26 de junho, explicou a UEFA em comunicado.

O organismo revelou que os locais para receberem as próximas finais da Liga dos Campeões de futebol feminino se irão manter como “planeado originalmente”, em Gotemburgo, na Suécia (2021), Turim, Itália (2022) e Eindhoven, Países Baixos (2023).

A UEFA anunciou ainda que as equipas serão autorizadas a integrar três novas jogadoras na sua ‘lista A’ para o que resta da temporada, desde que essas jogadoras já estivessem inscritas pelo clube na data limite para inscrições (18 de março).

“A lista A irá manter-se com um limite máximo de 25 jogadores. Não será possível os clubes inscreverem novos jogadores contratados”, acrescentou.

Nas restantes partidas da temporada 2019/2020 os clubes serão autorizados a realizar cinco substituições por jogo, de acordo com as mudanças temporárias nas Leis de Jogo, mantendo-se o limite de três substituições para a temporada seguinte, disse ainda.

Estas decisões foram hoje anunciadas após uma reunião do Comité Executivo da UEFA, sobre a recalendarização das competições europeias face à pandemia provocada pelo novo coronavírus, que decidiu atribuir a Lisboa a organização de uma inédita ‘final a oito’ da Liga dos Campeões.

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