Diamantino Miranda está prestes a ver a sua situação regularizada no Costa do Sol, depois de ter sido ameaçado de expulsão do país pelo Ministério do Trabalho de Moçambique, por, alegadamente, não ter os documentos em dia.

Vários jogadores e técnicos estrangeiros que atuam no Moçambola foram visados pelo Ministério do Trabalho de Moçambique para regularizarem a sua situação por, alegadamente, estarem em situação ilegal no país. Esta medida provocou alguma tensão entre a Liga Moçambicana de Futebol, os clubes e o Ministério do Trabalho.

Dos clubes visados, o Costa do Sol é o único que resolveu as irregularidades que impediam os seus empregados estrangeiros de trabalhar em Moçambique, entre os cinco clubes que foram notificados na semana passada.

A confirmação foi dada por Garrido Jeremias, diretor-executivo dos "canarinhos" e confirmado por Paulino Mutombene, Inspetor-adjunto do Trabalho, em declarações ao jornal "Notícias".

«Ficámos surpresos com o comunicado que recebemos do MITRAB a indicar que os nossos treinadores e jogadores estrangeiros eram ilegais, pois nós tratámos tudo junto da Direcção do Trabalho da Cidade de Maputo e depois enviámos toda documentação ao MJD, que, por sua vez, deveria encaminhar o processo àquele ministério», afirmou Jeremias ao "Notícias".

A documentação enviada será agora analisada pelo organismo do Governo.

O Maxaquene, Têxtil do Púnguè, Vilankulo e Ferroviário de Nampula, são os outros clubes com jogaores e técnicos em situação ilegal. Mutombene revelou que estes ainda não contactaram o Ministério do Trabalho para regularizarem a situação dos seus empregados.

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