“O Paraguai nunca tinha passado dessa fase, estamos todos muito contentes. Eu porque fui escolhido para bater o último penalti e converti. Dedico isso às pessoas que nos apoiam e à minha família", afirmou o jogador do Benfica, após o triunfo por 5-3 sobre o Japão (0-0 no tempo regulamentar e prolongamento).

O seleccionador Gerardo Martino considerou que o Paraguai tinha condições de vencer o Japão sem a necessidade da disputar as grandes penalidades e mostrou-se preocupado com o desgaste dos seus jogadores.

"Foi muito injusto definir o jogo dessa maneira. O Paraguai mereceu um pouquinho mais, apesar de não fazer uma boa partida. Chegar às grandes penalidades é um esforço muito grande", disse o técnico argentino ao serviço do Paraguai.

Por seu lado, o seleccionador japonês, Takeshi Okada, assumiu a responsabilidade pelo afastamento a formação nipónica e lamentou que não tenha arriscado mais durante a partida.

“Os meus jogadores foram formidáveis e o Japão pode estar orgulhoso. Eu sou responsável por esta derrota e não eles. Não fiz o suficiente para que eles ganhassem”, disse o técnico.

Okada considerou que a sua equipa não foi capaz de criar muitas ocasiões de golo e admitiu que poderá abandonar o cargo de seleccionador japonês.

“Deveria ter reforçado o discurso sobre o facto que tínhamos de ganhar. É natural que não esteja satisfeito, visto que não ganhámos. Não tenho muito mais a dizer e acho que já não tenho muito mais a fazer”, concluiu.

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