Apesar da mancha amarela que encheu o Soccer City, em Joanesburgo, e dos milhares de incansáveis vuvuzelas que se fizeram ouvir, durante toda a primeira parte os Bafana Bafana não conseguiram corresponder ao apoio demonstrado e foi o México a equipa com melhores oportunidades para poder já estar na frente.

E começou cedo a supremacia da equipa de Javier Aguirre, que logo nos primeiros minutos criou o primeiro lance de perigo do jogo numa jogada concluída por Giovani dos Santos. Aguilar cruzou na direita, depois de uma boa jogada de entendimento, e o jovem mexicano rematou para defesa apertada de Khune.

Era o primeiro aviso aos Bafana Bafana, mas os mexicanos haveriam de repetir a graça. Mais solto e rápido sobre a bola, o México teve nova possibilidade por Guillermo Franco, que saltou sozinho na área depois de um canto mas não conseguiu melhor do que o cabeceamento por cima da barra.

Alguns minutos volvidos e novo lance de perigo junto da baliza sul-africana. Giovani dos Santos soltou-se rápido no contra-ataque, ninguém saiu à bola e a jovem estrela do México foi até ao fim e só não marcou porque o remate saiu ligeiramente ao lado da baliza da equipa da casa.

Bem tentava a África do Sul responder, mas a falta de organização e entrosamento não permitiram nesta primeira parte mais do que apenas manter a bola em sua posse.

Já mais perto do intervalo seria o México a dispor de nova ocasião, com Vela a assistir Guillermo Franco e a mancha de Khune a evitar males maiores.

Em cima dos 45’ o México introduziu mesmo a bola na baliza sul-africana mas o lance foi bem anulado por fora-de-jogo. Na resposta, do outro lado, e no único lance de perigo da África do Sul no primeiro tempo, Mphela podia ter aberto o resultado mas chegou ligeiramente atrasado ao cruzamento.

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