.“Houve algo muito importante neste jogo. Os jogadores dos Estados Unidos nunca se rendem. Sabiam que precisavam de ganhar e procuraram a vitória até ao final”, disse, após o jogo em que os Estados Unidos venceram nos descontos a Argélia (1-0).

O técnico norte-americano reconheceu que a sua equipa falhou muitas oportunidades, mas que o desenlace final (com um golo de Landon Donovan aos 90+1 minutos), com o apuramento em primeiro lugar no grupo C, deixou todos muito felizes.

“Não nos podemos esquecer que somámos cinco pontos e acabámos por terminar em primeiro do grupo”, acrescentou.

O “herói” Donovan, eleito o melhor em campo, não evitou no final as lágrimas, considerando que foi longo o caminho nos dois últimos anos, mas que agora a equipa teve finalmente a sua recompensa.

“Foi incrível. Estou orgulhoso, porque todos fizemos um grande trabalho”, referiu.

Do lado da Argélia, o seleccionador Rabah Saâdane considerou que mais do que a derrota frente aos Estados Unidos, foi o desaire com a Eslovénia (1-0), na primeira jornada, que acabou por ser determinante.

“Foi o primeiro jogo que nos custou a qualificação, a derrota com a Eslovénia. Esse jogo foi determinante. Com os Estados Unidos foi melhor. Tivemos avançados a rematar à baliza, mas também houve precipitação”, disse o técnico argelino.

Saâdane referiu, ainda assim, que a Argélia deixa o Mundial com “uma boa experiência” e que o futuro “é radioso” para a equipa, no sentido de continuar a trabalhar e que isso é válido também para outras equipas africanas.

“O potencial individual está lá. Com trabalho e disciplina as equipas deste continente poderão rivalizar com as melhores do Mundo”, vaticinou o treinador da Argélia.

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