O General da Guiné-Bissau, Armando Nhaga, reagiu às acusações do diretor de comunicação do FC Porto de práticas de bruxaria a favor do Benfica e revelou que o clube da Luz rejeitou assinar um contrato para obter êxitos desportivos através de um feiticeiro guineense.

Em declarações à CMTV, o comandante da polícia da Guiné-Bissau reagiu à divulgação de alegados e-mails por parte do FC Porto em que surge como intermediário de um feiticeiro para assegurar êxitos desportivos.

"Tentei falar com o Benfica, mas não aceitaram. Não houve contrato nenhum!" Pronto, acabou", começou por dizer o General guineense.

"Como não houve trabalho nenhum não houve qualquer pagamento. Eu não ajudei em nada o Benfica", acrescentou Armando Nhaga.

Questionado sobre a troca efectiva de e-mails com Luís Filipe Vieira, Armando Nhaga garantiu que, isso 'não significa nada' e que o presidente do Benfica 'não acredita em nada'.

"Trocar e-mails não significa nada. Como já disse isto não deu em nada. O homem disse que não acredita em nada", sentenciou.

Recorde-se que o diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques acusou o Benfica de recorrer aos serviços de um bruxo guineense para obter êxitos desportivos e que Armando Nhaga tinha servido como intermediário.

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