"Sob a falsa capa de honestidade e frontalidade e um vasto manto de virtudes e de valores, percebe-se, finalmente, quem foram os principais responsáveis pelo futebol que a equipa praticava no seu consulado: a AAS, Ricardo Sá Pinto, Rogério Alves e as claques", ironizou a associação, questionando ainda o treinador sobre se os obreiros dos sucessos também são os acima citados ou se os credita apenas a si próprio.

A AAS vem a terreiro fazer a defesa dos sportinguistas atingidos pelos "dislates" de Paulo Bento, acusado de "maltratar e afastar jogadores da casa, como foram Sá Pinto, Beto ou Nelson", cujo amor ao clube é reconhecido, considerando tratar-se de "uma honra ser visado" pelo anterior treinador dos "leões".

Este é ainda retratado como alguém que "se furtou constantemente a uma análise séria e objectiva" sobre a qualidade do seu desempenho, "não poupando árbitros, adeptos, dirigentes e jogadores" e que continua a fazê-lo até um dia se "aperceber que o Sporting Clube de Portugal é muito maior do que o seu ego".

"Alvitra ao Presidente do clube [José Eduardo Bettencourt] que tome cuidado com os 'abutres' sem contudo saber que o mesmo já estava, desde há muito, a par da presença de outras aves de rapina que por Alvalade circundam ou circundavam", pode ler-se no comunicado da AAS, qualificando como "revanchistas" as declarações de Paulo Bento, as quais demonstram que terá "abandonado o clube por uma porta de ínfima dimensão".

A AAS considerou que Paulo Bento teve tempo e protecção, como ele próprio admitiu, para realizar um bom trabalho e rematou assim o comunicado: "Se não quiser demonstrar respeito pelos sportinguistas, que o demonstre, pelo menos, pelo clube que o acolheu ao longo de quase uma década".

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