O FC Porto até teve cinco minutos iniciais mais animados, mas a partir daí o esquema montado por Jorge Jesus passou a ganhar a luta a meio-campo e o Benfica pegou definitivamente no jogo, marcando o ritmo e sempre mais rápido que os campeões nacionais sobre a bola.

O primeiro lance de perigo encarnado chegou por Javier Saviola, com o argentino a deslumbrar-se e a hesitar no remate perante Helton. Mas o argentino viria mesmo a marcar.

Num lance em que Cardozo viu o golo ser-lhe negado em cima da linha de golo por um corte de Álvaro Pereira, David Luiz voltou a meter na área e apanhou Saviola sozinho na área dos dragões, que só com Helton pela frente não perdoou e fez o primeiro. O ataque do Porto não existia e o Benfica impunha-se, com Carlos Martins e o jovem Urreta a darem dores de cabeça a Jesualdo Ferreira.

Por mais do que uma vez o Benfica podia ter conseguido aumentar a vantagem, com Urreta primeiro, e Carlos Martins depois a ganharem ressaltos à entrada da área e a rematarem por cima da baliza azul e branca.

Destaque ainda para a exibição desastrada de Hulk e para a pouca influência de Ramires na manobra da equipa de Jorge Jesus. Pela positiva, nota muito positiva para Carlos Martins, que no papel de Aimar pautou todo o jogo do Benfica.

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