Esgotaram-se os primeiros 45 minutos entre Benfica e Estoril e sem um golo para amostra. Os zeros do placard nunca se alteraram.

As duas equipas têm estatutos diferentes e bem cedo assumiram os papéis para que estavam talhadas: o Benfica era o dominador e o Estoril o dominado.

E nesta dicotomia o jogo foi decorrendo entretido, a boa velocidade, mas sem grandes lances que aquecessem o jogo e obrigassem os adeptos a levantarem-se na bancada.

O atrevimento do Benfica pode resumir-se a um remate ao lado de Gonçalo Guedes aos seis minutos quando estava numa zona privilegiada, e a um pontapé de fora da área de Raúl Jiménez a que Moreira respondeu com uma boa defesa. Tudo o resto foi sendo resolvido antes que causasse calafrios.

Já o Estoril esteve mais tempo preocupado a defender - diga-se que na maior parte das vezes bem - do que a atacar. Muitos dos passes que eram tentados para as costas de Luisão ou saíam mal direcionados ou eram resolvidos por Ederson. A exceção à regra, porque há sempre uma exceção, foi um cabeceamento de Diakhité ao poste. O 15 do Estoril aproveitou um livre para aparecer ao segundo poste sem marcação, mas teve pontaria a mais e a bola acabou no poste da baliza encarnada.

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