O Benfica já faturou mais de 40 milhões em vendas e empréstimos de jogadores, revela o jornal A Bola. Os ‘encarnados’ estão longe dos valores alcançados no defeso de 2017, em que ultrapassaram a barreira dos 100 milhões de euros graças às vendas de jogadores como Lindelof, Ederson e Nélson Semedo, mas têm a vantagem de, desta vez, não terem perdido qualquer titular.

São os jogadores menos utilizados, ou que estavam emprestados, que estão a ajudar a SAD benfiquista a enfrentar o mercado, permitindo a chegada de reforços como Ferreyra ou Castillo.

No que toca a vendas, João Carvalho acaba por ser o maior negócio até ao momento, com o clube da Luz a amealhar 15 milhões de euros com a venda definitiva do médio ao Nottingham Forest. André Horta, que rumou ao Los Angeles FC (6,8 ME), Cristante, vendido à Atalanta (5 ME), e Pelé, de saída para o Mónaco (5 ME), também permitiram um encaixe de milhões.

Outros exemplos, refere a mesma publicação, prendem-se com empréstimos bem sucedidos. Talisca, que foi cedido aos chineses do Guangzhou Evergrande, poderá render muito dinheiro se a opção de compra do passe do brasileiro for exercida em janeiro. Já Carrillo ruma ao Al-Hilal por quatro milhões de euros, mas fica com uma cláusula de opção na ordem dos 20 ME. E Raúl Jiménez, que seguiu para o Wolverhampton a troco de três milhões de euros, fica com uma cláusula de opção de compra de 38 ME.

O Benfica poderá lucrar ainda com uma possível venda de Rúben Dias e de Grimaldo, dois jogadores com mercado na Europa. Certo é que os mais de 40 milhões de euros já arrecadados pelas ‘águias’ equivalem à entrada na fase de grupos da Liga dos Campeões.

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