O Ministério Público confirmou ter aberto um inquérito de forma a apurar se os alegados emails do Benfica, que têm sido revelados por Francisco J. Marques, foram obtidos através de pirataria informática, e se a forma como os mesmos têm sido divulgados pelo diretor de comunicação do FC Porto, também constitui crime.

A confirmação foi dada pelo próprio Ministério Público ao Jornal de Notícias. Neste inquérito, diferente daquele onde o Benfica é acusado da prática de um alegado esquema de corrupção na arbitragem, estão em causa eventuais "crimes de acesso ilegítimo, violação de correspondência e ofensa a pessoa coletiva".

"Confirma-se que corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa um inquérito, em que é queixoso o Sport Lisboa e Benfica, e que tem como objeto a investigação de factos, em abstrato, suscetíveis de integrarem os crimes de acesso ilegítimo, violação de correspondência e ofensa a Pessoa Coletiva", respondeu o Ministério Público.

Segundo o JN, fonte oficial dos 'encarnados' confirmou que o clube apresentou diferentes queixas, através de várias sociedades de advogados, e que das queixas apresentadas constam mais crimes, além dos três tipos apontados pela procuradoria.

O crime de acesso ilegítimo a sistema informático pode custar até cinco anos de prisão, enquanto o de violação de correspondência tem pena máxima de um ano. Já o crime de ofensa a pessoa coletiva pode custar até dois anos.

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