Aos 39 anos, Leonardo Jardim chega ao clube do coração com o sonho de devolver o Sporting à glória e aos títulos. Com um pesado passado recente como herança e um presente marcado pela reconstrução, o clube de Alvalade dá um passo em frente para sair da encruzilhada.

O caminho do treinador madeirense não chegou ao seu fim, mas parece ter chegado ao ponto onde sempre quis. Quando ainda não era treinador do Sporting, teve a coragem de se assumir como sportinguista, mesmo sendo 'namorado' por outros clubes rivais.

A competência, seriedade e os resultados têm sido os pilares da carreira deste jovem treinador, que chegou ao banco de suplentes sem passar de forma relevante pelo relvado. Com 24 anos já era adjunto no Portosantense, realizando posteriormente o seu périplo por clubes da Madeira: Câmara de Lobos e Camacha, onde esteve cerca de sete anos (três como adjunto e quatro como técnico principal).

Foi então que se deu o salto para o continente, em 2007/08, para o Desportivo de Chaves. E o seu percurso entrou em velocidade cruzeiro, com quatro clubes nos últimos cinco anos. Passagens rápidas marcadas pelo sucesso e não por 'chicotadas psicológicas'.

Em Braga apresentou-se entre os 'grandes' de forma definitiva, levando os arsenalistas à luta pelo título até às últimas jornadas. Depois seguiu-se a Grécia, onde deixa o Olympiacos no caminho da conquista do campeonato antes de uma saída extemporânea por decisão da direção do clube grego.

Por fim, o Sporting. Em Alvalade é grande a crença no seu trabalho, apesar de todos os riscos. No entanto, e como tem provado ao longo da sua carreira, José Leonardo Nunes Alves Sousa Jardim não é um técnico para recear os grandes desafios. Afinal, a ambição é a sua caraterística mais vincada e o Sporting a sua paixão.

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