Deco deixou de jogar, mas continua atento ao FC Porto, equipa pela qual se notabilizou e ganhou o apelido de mágico.

O ex-jogador refere que a equipa tem momentos altos e baixos, estando ainda à procura da estabilidade necessária.

"Não vejo o FC Porto tão mal quanto diziam, nem tão bem quanto dizem agora. As pessoas têm a tendência para passarem do oito ao 80 muito rápido. O FC Porto está a passar uma fase sempre ingrata - é aquela em que a ansiedade se agudiza, quando não se ganha e há a necessidade de o fazer”, afirmou numa entrevista ao jornal O Jogo.

“Nem sempre as coisas saem como se trabalham. O FC Porto, até ao momento, teve altos e baixos. Começou bem, depois baixou, não se encontrou, agora está de novo em alta”, acrescenta.

O antigo número 10 refere que o FC Porto não pode ser visto como um meio para chegar a um fim por parte dos jogadores, é necessário encontrar uma base.

“O FC Porto não pode ser visto como uma passag. Tem base para fazer uma grande equipa; vamos ver quanto tempo vão aguentar alguns jogadores, como o Maxi, o Casillas, o próprio Felipe, que foi uma grande contratação, o Marcano, que parece que se encaixou numa boa dupla, ou o Danilo, que chegou há época e meia, e tem um trabalho fundamental no meio-campo”, analisa.

Os dragões defrontam esta segunda-feira o Desportivo de Chaves, numa partida da 14.ª jornada da Primeira Liga.

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