Na disputa pelos próximos três anos à frente dos destinos do clube minhoto estão o actual presidente, Emílio Macedo da Silva, 57 anos, empresário de construção civil, e Manuel Pinto Brasil, 52 anos, empresário industrial.

A campanha eleitoral ficou marcada por uma acesa discussão, sobretudo em torno da situação financeira do clube. Para Pinto Brasil, o Vitória tem um passivo que ascende a 16 milhões de euros (ME), enquanto Macedo da Silva garante que está estabilizado nos nove ME.

Em relação ao futebol, a lista B apresentou José Pereira, presidente da associação nacional de treinadores, para futuro director desportivo, enquanto o candidato da lista A teve que abdicar do “trunfo” Luís Freitas Lobo porque o comentador desmentiu qualquer acordo no início da semana.

Polémica foi também a tomada de posição do candidato da lista A, que, em entrevista à Agência Lusa, afirmou que consigo na presidência o Vitória reataria relações com o FC Porto, enquanto Macedo da Silva assegurou que, com ele na direcção, isso não acontecerá.

O candidato da lista B promete construir um centro de treinos, dois pavilhões e uma piscina, enquanto a bandeira de Pinto Brasil na área do património é a edificação de um centro de estágios para a equipa profissional.

Convergências nas duas candidaturas são raras, sendo de destacar a rejeição de ambas quanto à criação de uma SAD, embora Macedo da Silva não coloque totalmente de parte a hipótese, mas num horizonte de médio/longo prazo.

“A SAD tem alguns benefícios que um clube não tem, mas nos próximos três anos não será o momento ideal, o futuro dirá”, disse à Lusa.

O Vitória conta com 32 250 sócios, mas apenas cerca de 11 mil, os que têm as quotas em dia, vão poder votar entre as 09:00 e as 19:00, no pavilhão do clube.

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