O presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) lamentou hoje o desaparecimento do ex-futebolista e treinador Mário Wilson, um homem que “não deixava ninguém indiferente” e cuja maior qualidade era “a humanidade”.

“O ‘velho capitão’ tinha sempre uma palavra, um incentivo, uma piada, um afeto. Não deixava ninguém indiferente! Esta era a sua maior grandeza: a sua humanidade”, disse Joaquim Evangelista, endereçando, em nome pessoal e na qualidade de presidente do SJPF, “as mais sentidas condolências à família e amigos”.

Evangelista recorda Mário Wilson como “um homem sereno, de linguagem e gestos simples”, que passou a conhecer melhor quando aquele aceitou integrar o estágio do Jogador para futebolistas sem contrato, juntamente com o Ranque Franque e o Rebelo, no início de um projeto que já vai na 14.ª edição.

“É, sem dúvida, uma figura incontornável do desporto e do futebol em particular. A sua morte representa uma grande perda”, concluiu o presidente do SJPF, deixando a Mário Wilson, em nome da classe dos jogadores, “um abraço do tamanho do futebol”.

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