“Estamos num tempo em que temos de manter o rumo e a direcção traçados. Estamos num tempo em que temos de ignorar o que se passa ao lado, porque o que se passa ao lado tem muito pouco a ver com aquilo para que trabalhamos todos os dias”, disse.

Luís Filipe Vieira, que falava em Avis durante um almoço convívio com a presença de mais de 200 pessoas, acrescentou: “Se querem falar de nós, que falem. Nós falamos de nós, porque essa é a nossa essência, porque sabemos que somos grandes. Eles falam de nós, porque reconhecem essa grandeza. Podem continuar”, sublinhou.

No seu discurso, o presidente "encarnado" fez questão de frisar que o futebol “é emoção, é talento, é génio”, mas também “é decência, também é verdade, também é razão”.

Na opinião de Luís Filipe Vieira, “há quem saiba viver” dentro desse padrão de valores, mas também “há aqueles que só por obrigação e a muito custo” conseguem “orientar-se” dentro desse “quadro de referências”.

“Há quem não goste deste facto, mas têm de habituar-se, porque só assim é que o futebol faz sentido. Só assim é que o futebol terá futuro”, declarou.

Num discurso em que enalteceu o empenho dos sócios na transformação que o clube sofreu nos últimos anos, Luís Filipe Vieira sublinhou ainda a importância das Casas do Benfica em todo este contexto.

“As Casas do Benfica devem funcionar como embaixadas do Benfica, mas, ao mesmo tempo, devem ser instrumentos de intervenção local, a nível social, desportivo e cultural”, declarou.

A Casa do Benfica de Avis, inaugurada em Agosto de 2004, conta com cerca de 700 sócios.

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