Figo, Pauleta e João Vieira Pinto foram distinguidos pelo seu “brilhantismo e êxitos desportivos” e foi com muito agrado que os três ex-futebolistas receberam o prémio das mãos de, entre outras personalidades, Vitor Serpa, director do jornal A Bola, Nuno Madureira, director-adjunto do Maisfutebol ou Gilberto Madaíl, preidente da federação portuguesa de futebol.

Luis Figo teve uma carreira nacional e outra internacional, que lhe concederam vários prémios, inclusive, o de melhor jogador do Mundo em 2001. Mas João Viera Pinto e Pauleta tiveram percursos diferentes: o primeiro fez a sua carreira no nacional, Pauleta nunca vestiu a camisola de um clube português.

 “Obviamente que agora que acabei a carreira tenho a noção que seria muito mais reconhecido internacionalmente. Tinha ficado triste se não tivesse tido a oportunidade de ir jogar fora. Tive, mas circunstâncias da vida fizeram-me escolher como escolhi”, explicou João Pinto.

Pauleta também confessou alguma tristeza por não ter envergado uma camisola de um clube português.
“Fica um bocadinho de tristeza. Gostava que tivesse acontecido, mas não aconteceu. Este hoje foi um prémio de reconhecimento mesmo não tendo jogado cá, embora tivesse tido a possobilidade, foi uma opção que tomei”, frisou o “açor”.

No evento estiveram presentes algumas figuras do futebol, como Jorge Andrade, Dimas, Carlos Xavier e ainda Joaquim Evangelista, presidente do sindicado dos jogadores profissionais de futebol (SJPF).

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