Filipe Silva foi reeleito hoje como presidente da direção do União da Madeira para o triénio 2016-2018, equipa da I Liga portuguesa de futebol.

O dirigente liderava a única lista que se apresentou para a eleição dos órgãos sociais do clube madeirense, tendo vencido por unanimidade.

Para este novo mandato, traça como uma das principais metas "continuar a melhorar as infraestruturas do Complexo do Vale Paraíso, tornando-o exemplar do ponto de vista desportivo" e assegura que tem sido "feito um investimento muito grande, pois o clube tem dois campos de relva natural e um de relva sintética, além das infraestruturas de apoio".

Outra das apostas passa por "tentar concretizar o projeto da academia de formação" e, por fim, o terceiro objetivo está focado "em engrandecer e sustentar a formação", tendo como meta "ser uma referência na região".

O dirigente pretende que a formação seja o baluarte para que "a médio prazo se comece a ter jogadores que possam integrar a equipa profissional".

Esse primeiro passo, diz, foi dado com a "criação da equipa B, que é um patamar intermédio entre os juniores e a equipa principal", realçando que um dos desideratos "é colocar a equipa B a competir a nível nacional" e ser "constituída na sua grande maioria por jogadores madeirenses".

Esta eleição teve também como destaque, juntar a SAD e o clube, o que acontece pela primeira vez. Filipe Silva acha "estarem reunidas todas as condições" para que o clube fale a uma só voz em termos de estratégia para o futuro.

O União da Madeira ocupa ao fim da primeira volta o 15.º lugar da I Liga, com 17 pontos conquistados.

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