João Loureiro, antigo presidente do Boavista, filho de Valentim Loureiro, outro antigo líder histórico dos axadrezados, era um dos passageiros que iria viajar para Portugal num avião privado no qual foram, há uma semana, apreendidos 500 quilos de cocaína no aeroporto da Bahia.

A 10 de fevereiro, a Polícia Federal do Brasil apreendeu meia tonelada de cocaína escondida no referido avião particular já depois de este ter recebido autorização para descolar com destino a Portugal, divulgaram as autoridades locais.

João Loureiro, que tinha viajado para o Brasil no mesmo avião, garantiu entretanto em declarações à SIC ser completamente alheio ao que se passou, acrescentando que ainda assim continua no Brasil à espera de ser ouvido pelas autoridades.

"As investigações continuarão para identificar os responsáveis pela carga ilícita, que poderão responder pelas acusações de tráfico internacional de drogas e associação com o narcotráfico, cujas penas combinadas podem chegar a 25 anos de prisão", informou, em comunicado, a Polícia Federal do Brasil.

De acordo com a Rádio Renascença, o antigo presidente do Boavista foi ao Brasil devido a uma proposta de uma empresa que o queria contratar como consultor para eventuais investimentos em Portugal.

O aparelho tinha partido de Tires com cinco pessoas (três tripulantes e dois passageiros) e, de acordo com a SIC, dirigiu-se a São Paulo após escalas em Cabo Verde e Salvador. Os passageiros seriam João Loureiro e um espanhol que já era seguido pela Judiciária, que o investigava por tráfico de droga.

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