O ex-futebolista do Sporting e antigo internacional A português Luís Figo vaticinou hoje que o avançado Chermiti, de 18 anos, vai dar no futuro muitas alegrias ao clube 'leonino'.

A opinião sobre o atleta que esteve em evidência no duelo de domingo com o FC Porto, que venceu no Estádio José Alvalade (2-1), foi dada após a assinatura do protocolo de cooperação entre a Fundação Luís Figo e a Universidade Egas Moniz School of Health and Scienc, no Monte de Caparica, em Almada.

“É mais um produto da grande formação que tem o clube. Cada jovem tem a sua etapa e os seus anos de evolução, por isso, é bom que com uma idade tão jovem já tenha essa experiência e oportunidade de jogar na primeira equipa. De certeza dará muitas alegrias ao Sporting”, afirmou.

Sobre o desempenho do Sporting na presente temporada, o antigo atleta, de 50 anos, considera que a saída de jogadores para clubes com maiores recursos financeiros é inevitável.

“Este ano é mais difícil depois de o Sporting ter conseguido o título de campeão [em 2021]. É sempre complicado para um clube que forma [jogadores] competir com os grandes clubes na Europa. Acho que tem sido feito um bom trabalho em termos desportivos, conciliado com as necessidades financeiras. Por isso, temos de continuar a ser otimistas”, disse.

Questionado sobre a forma como o presidente 'leonino', Frederico Varandas, tem gerido o clube, ao nível das saídas e entradas no plantel, Luís Figo reconhece a dificuldade que há em manter uma política equilibrada durante o processo.

“O mais difícil na vida é o maldito equilíbrio e o que acontece no desporto e no Sporting, penso eu, é que trabalha com as condições que tem, a matéria-prima e as necessidades financeiras”, disse, frisando a importância da próxima eliminatória da Liga Europa com os dinamarqueses do Midtjylland. “É sempre importante continuar numa prova europeia, não só em termos de prestígio, como do ponto de vista financeiro”.

Sobre o que pode o treinador espanhol Roberto Martínez, escolhido para suceder a Fernando Santos no cargo de selecionador nacional de futebol, trazer a Portugal, o antigo capitão da seleção é perentório.

“Esperemos que nos dê muitas alegrias. Fez um bom trabalho na Bélgica, desejo-lhe as maiores felicidades e que se consiga integrar e adaptar à cultura portuguesa, aos jogadores, seleção e ao nosso país. Como acérrimo adepto da nossa selecção, espero que tenha o maior êxito possível”, disse.

O protocolo assinado entre a Fundação Luís Figo, de que é presidente, e a Universidade Egas Moniz School of Health and Science, tem como objetivo implementar medidas de promoção de hábitos de vida saudável em contexto escolar, no âmbito de um novo projeto da fundação para as áreas da saúde, educação e desporto, no estabelecimento de ensino, campus universitário.

“Hoje demos o primeiro passo, depois de muitas conversas com a Universidade Egas Moniz, para começarmos um projeto conjunto em que, na segunda parte, espero, possamos assinar um protocolo com o Ministério da Educação e da Saúde, se for possível, na luta contra a obesidade infantil”, vincou na ocasião, em que teve ao seu lado José João Mendes, presidente da direção da Universidade Egas Moniz.

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