Num mês em que o novo recinto completou sete anos, o presidente do clube “encarnado” apresentou um mural com a inscrição do nome de todos os que financeiramente ajudaram a erguer o novo estádio e disse tratar-se de “saldar uma dívida de gratidão”.

“O nosso reconhecimento e gratidão a um número significativo de benfiquistas que, num momento difícil, ajudaram o Benfica a construir a sua nova casa”, disse Vieira, num discurso junto ao muro evocativo.

Na cerimónia estiveram presentes antigos campeões europeus, que visitaram ainda o recém-criado centro de documentação e o departamento de conservação e restauro do Benfica, um projecto sob a alçada de Alcino António, vice-presidente.

Vieira explicou que o centro nasce para “preservar, classificar e disponibilizar” todo o acervo documental a estudantes, sócios e investigadores e revelou que existem mais de 30 candidatos de universidades de todo o Mundo a quererem nesta área trabalhar no clube.

“Só pode haver futuro se cuidarmos do nosso passado, e isso era algo que não estava a ser feito”, referiu ainda o presidente dos “encarnados”.

Na visita ao centro de documentação e ao departamento de restauro, onde uma equipa se encontrava a analisar documentos e em processo de restauro do património, Luís Filipe Vieira contou com a presença de alguns dos intervenientes dessa história.

Os antigos campeões europeus Eusébio, Mário Coluna, Artur Santos, José Augusto ou António Simões, estiveram entre os presentes, bem como outras figuras do universo “encarnado” como Fernando Seara ou António Pedro Vasconcelos.

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