O processo em que Luís Filipe Vieira era suspeito dos crimes de burla qualificada, de falsificação e branqueamento de capitais, relativo ao chamado 'Caso BPN' foi arquivado.

A informação foi adiantada esta terça-feira pela TVI, que avança que segundo um despacho do Departamento Central de Investigação e Ação Penal considerou "não existirem indícios suficientes da prática de crime".

O processo incidia sobre as suspeitas de que o grupo Inland, presidido à data por Luís Filipe Vieira, teria elaborado um esquema para fugir ao pagamento do crédito concedido pelo BPN.

Vieira detinha 80% das ações do referido grupo, o qual beneficiou de um crédito do BPN no valor de 17,4 milhões de euros com o objetivo de financiar um aumento de capital do fundo imobiliário BPN Real Estate.

Ainda segundo a TVI, o Ministério Público, contudo, não descarta que o presidente das 'águias' tenha autorizado este esquema, mas considera existir uma "dúvida razoável" que, pela falta de provas, levou ao arquivamento do dito processo.

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