O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, deixou claro esta sexta-feira que «seria mau para o Benfica cortar de repente este ciclo» e lembrou a decisão de despedir Fernando Santos na primeira jornada da época 2007/08.

«Na época do Fernando Santos sei a decisão que tomei e também sei que foi a pior decisão [despedimento à primeira jornada]. Fui pressionado e cometi um erro», começou por dizer em entrevista à Benfica TV.

«Fizemos uma avaliação a Jorge Jesus. Quando ele chegou o Benfica era 25º europeu. Na época passada terminou em quinto lugar e está no pote 1 da Liga dos Campeões. Nas duas épocas anteriores, o Bayern fez a campanha que fez e perdeu a Liga dos Campeões em casa. No ano seguinte praticamente não mudou o plantel. Temos de pensar que o Benfica tem um conjunto com os mesmos jogadores e o que fizemos foi reforçar a equipa. não saiu ninguém. A aposta é manter o rumo. O rumo não é ganhar tudo. Somos sonhadores por natureza e os objetivos são o campeonato e a Taça de Portugal. A nível europeu, queremos passar a fase de grupos e os oitavos. Depois tudo pode acontecer», sublinhou.

Para o dirigente do Benfica, a contestação generalizada é «bem organizada» e tem a ver com «o fim do monopólio», referindo-se aos «direitos televisivos».

«Quem não tem rabos de palha não tem de ter medo. Eu não tenho. Não ataquem os jogadores e o treinador, ataquem-me a mim», atirou.

Luís Filipe Vieira confidenciou ainda que pediu aos jogadores para «perderem o estigma do medo», já que «este grupo tem tanta ou mais qualidade que o da época passada».

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