O clássico entre FC Porto e Sporting resolveu-se na segunda parte com a expulsão dos dois centrais leoninos, Anderson Polga e Onyewu, e dois golos de Hulk (80' e 89').

Neste jogo estavam duas equipas com objetivos bem diferentes nesta reta final do campeonato. O FC Porto procurava neste jogo a consagração do título conquistado na jornada anterior, no seu último encontro da época no Estádio do Dragão, já o Sporting aspirava ainda chegar ao terceiro lugar.

Primeira parte 

Num clássico com um campeão já consagrado e uma equipa em busca do terceiro lugar, a primeira parte decorreu num ritmo morno e sem grandes oportunidades.

Durante algum tempo dois velocistas se destacaram e aceleraram o jogo. Carrillo, que foi titular devido a não recuperação de Izmailov, encetou grandes correrias pelo lado direito do ataque, pondo em dificuldades Alex Sandro. Num desses lances rematou para uma boa intervenção de Helton.

No FC Porto, Hulk lançado em velocidade chegava com perigo à área contrária, mas não conseguia ser objetivo o suficiente para incomodar Rui Patrício.

O jogo era disputado muito a meio campo e quando o perigo rondava as duas áreas, quase sempre as más decisões no último passe inviabilizam que o golo estivesse perto de acontecer.

Pelo meio muito tempo foi gasto em protestos contra as decisões do árbitro Pedro Proença. Resultado: cinco amarelos durante a primeira parte.

Um jogo morno cujo a temperatura só subia pela presença de mais de 50 mil pessoas no Estádio do Dragão que não se cansavam de lembrar os jogadores que eram campeões nacionais.

Segunda parte 

O jogo partia para a sua segunda metade com o resultado em aberto entre duas equipas que tinham realizado um primeiro tempo equilibrado. Após as primeiras alterações táticas dos dois treinadores com várias substituções, eis que dois lances capitais mudaram o rumo do jogo.

Primeiro foi Onyewu que numa carga à entrada da área sobre Hulk viu o segundo amarelo e foi expulso (66'). Depois o seu colega da defesa não fez melhor. Anderson Polga (80'), dentro da área, rasteirou James Rodríguez, cometeu grande penalidade, e viu vermelho direto.

Hulk (81') marcou o penálti com sucesso e, minutos depois (89'), correu mais depressa do que toda a gente e fez o 2-0, fechando o resultado. Já depois dos 90, o árbitro Pedro Proença expulsou o Fernando.

Foi então tempo de festa para os azuis e brancos no relvado e para os mais de 50 mil na bancada. Os leões perdem a hipótese de chegar ao terceiro lugar, fruto da vitória do SC Braga diante do Beira-Mar e apontam baterias para a final da Taça de Portugal.

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