O total dos custos é de 5,218 milhões de euros, prevendo-se proveitos de 5,406 milhões de euros, para um resultado positivo de cerca de 200 mil euros.

A publicidade e os direitos televisivos contribuem em mais de 50 por cento (2,8 milhões de euros) para rendimento geral do clube, que arrecada 677 mil euros de quotas e de 498 mil em bilheteira, acrescido do lucro dos concertos da banda rock U2 previstos para o próximo mês de Outubro.

Relativamente à época passada, o orçamento actual é superior em cerca de 200 mil euros, no entanto, nesta temporada o futebol profissional representa 70 por cento dos custos, ou seja, cerca de 3,6 milhões de euros, ligeiramente inferior ao da época transacta, que previa 73 por cento.

Na formação, mantém-se o acréscimo de investimento realizado na época anterior, situado nos 4 por cento, ficando assim o departamento directamente dotado com uma verba de 283 mil euros, semelhante à da época anterior.

O parecer do Revisor Oficial de Contas (ROC) foi favorável ao orçamento, mas advertiu para “as diferenças em várias rubricas entre os valores apresentados no presente orçamento para o futebol profissional e os respectivos valores enviados à LPFP há menos de dois meses” que confirmam tais contingências; “no caso concreto, compensam-se, conduzindo a valores agregados exactamente iguais nos dois orçamentos”.

Antes deste ponto, a AG concluiu, ao fim da quinta sessão marcada para o efeito, a revisão estatutária, votando os três artigos que faltavam. Um deles, o artigo 67, foi o que gerou mais polémica, pois referia-se à existência de secções amadoras no seio da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol.

As posições extremaram-se, pois enquanto uns associados defendiam a continuação das secções amadoras, desde que em conformidade com os protocolos entre a Associação Académica de Coimbra e a Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol, outros propunham simplesmente a eliminação de secções amadoras na AAC/OAF.

A proposta consensual indicada pela direcção da AAC/OAF que prevê haver secções amadoras dentro do âmbito da Federação Portuguesa de Futebol e do desporto adaptado foi aprovada com maioria, registando-se apenas uma abstenção.

Os estatutos entram em vigor a 15 de Setembro de 2010, no entanto, haverá um período de reclamações até 30 de Agosto.

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