O guarda-redes brasileiro do Sporting, Marcelo Boeck, revelou, esta quarta-feira, que Rui Patrício está de saída de Alvalade e que já se despediu dos colegas no final da época passada.

Em entrevista ao diário O Jogo, o guardião brasileiro de 28 anos assumiu que está preparado para ser titular na equipa do Sporting e que a saída de Rui Patrício já é uma realidade no balneário dos leões.

«O Rui Patrício foi o melhor guarda-redes com quem trabalhei na minha carreira. Em termos de profissional, de pessoa, de caráter, de qualidade, não é à toa que é titular na Seleção. Foi estranho porque não gosto de estar no banco, fico nervoso, mas temos de respeitar, pois ele é muito bom. O nosso convívio foi óptimo, pois pude aprender com um craque mundial da posição. Todos os dias tivemos uma competição, mas uma amizade muito grande. E fica sem jogar é muito frustrante, mas também sei que o que plantei ontem, vou regar e cuidar, para colher amanhã, pois em todos os jogos que fiz no Sporting dei o meu melhor, e fui muito bem. O Rui saindo, não é fácil aguentar toda essa pressão, porque ele é o maior ídolo, com toda a justiça», começou por dizer Marcelo Boeck sobre a sua "rivalidade" com Rui Patrício.

«Ele está num nível muito bom. E se for muito boa a proposta, como acredito que seja, num clube que dê todo o suporte para ele poder evoluir na carreira, ele tem de aproveitar. Não que ele não dê valor ao Sporting, mas precisa de outros ares para poder evoluir e ir mais longe na carreira, para aprender numa nova escola do futebol. Ele gosta da torcida e do clube, mas é o momento de assumir esse desafio. No último dia juntos, na última época, houve uma despedida entre a gente, despediu-se de mim e dos colegas. Ele é meu amigo pessoal, até fizemos um jantar de despedida (...) No início de julho, ele deve anunciar a decisão de saída», revelou Marcelo Boeck.

Em relação à próxima época, o guarda-redes brasileiro assumiu que está pronto para assumir a titularidade na baliza dos leões e que conta com o apoio dos adeptos para os momentos de pressão.

«Não vai ser fácil (substituir o Rui Patrício), mas preparei-me dois anos para isso. A pressão vai ser natural, mas pelo apoio que a torcida e o clube estão dando, sei que posso dar conta do trabalho. Desde agora, nas férias, já estou mentalizado, sabendo que , quando voltar, com essa maior responsabilidade, preciso estar muito focado em fazer o melhor para mim e para o grupo. Tenho contrato até à época 2016, mas já estamos a negociar uma ampliação do vínculo. Não há nada confirmado, mas encanta-me pode jogar mais tempo em Alvalade», afirmou o guarda-redes brasileiro.

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