"Hoje de manhã as coisas alteraram-se, com o envolvimento oficial do Vitória de Guimarães, o que ainda não tinha acontecido, e acabámos por acertar tudo entre as três partes", disse o dirigente pacense.

O acordo entre os dois clubes envolve o pagamento pelos vimaranenses de uma indemnização à formação da "Capital do Móvel", que Fernando Sequeira apelida de "verbas domésticas", "tendo em conta a dimensão do clube", embora "preferisse que nada tivesse acontecido".

"O Paços fica sempre prejudicado, porque tinha um treinador e isso não é quantificável. Mas como não foi possível evitar a situação, temos é de chutar a bola para a frente", sublinhou.

A possível saída de Paulo Sérgio, noticiada durante o fim-de-semana, foi comentada segunda-feira pelo próprio técnico, que confirmou o convite e manifestou "ambição de treinar um grande clube como o Vitória de Guimarães", e pelo presidente Fernando Sequeira, que, na altura, dava conta da inexistência de "contactos oficiais" por parte da Direcção vimaranense.

Confirmada a saída do técnico, o plantel do Paços de Ferreira ficará entregue interinamente a Manuel Sousa (treinador do Rebordosa, "clube-satélite"), Adalberto (prospecção) e a Pedro, único elemento da anterior equipa técnica que se mantém no clube, que deverão orientar o treino desta quarta-feira.

Sobre o sucessor de Paulo Sérgio, que em princípio deve ser apresentado quarta-feira no Afonso Henriques, em Guimarães, o presidente dos "castores" mostrou-se cauteloso, garantindo tratar-se de "um assunto que deve ser tratado com ponderação".

"Há uns 150 treinadores disponíveis e só teremos de escolher aquele que melhor se coadune com a filosofia do clube", disse Fernando Sequeira.

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