"Neste momento sou pragmático: o objectivo mais tangível é o quarto lugar. Não vou fazer conversa de circunstância e dizer que vamos lutar para o primeiro lugar porque, neste momento, o objectivo mais próximo que temos é o quarto lugar", reconheceu José Eduardo Bettencourt.

O presidente leonino sublinhou, ainda, que “o Sporting não tem tiques e não tem hábitos de uma organização vencedora” e que por isso vai “ter que pedalar muito para ter hábitos de organização vencedora, a todos os níveis”,  “não apenas os onze jogadores que entram em campo, mas todas as pessoas que devem ter uma postura, enquadramento e forma de trabalho completamente diferente”.

Quanto à permanência de Carlos Carvalhal no comando técnico da equipa, Bettencourt admite todos os cenários: “Admito tudo. Vai depender da sorte e dos resultados”. Apesar de Carvalhal estar à frente da equipa desde Novembro de 2009, mas o presidente parece não esquecer o seu antecessor.

“Se o Paulo Bento cá estivesse, faríamos uma grande dupla, porque seríamos dois a dar o corpo às balas", sublinhou.

Nesta conversa com os jornalistas, não faltou o assunto Sá Pinto/Liedson, que culminou na demissão do ex-jogador do cargo de director do futebol do Sporting.

“Ninguém ganhou e ninguém perdeu, porque os direitos e deveres de um jogador não são os mesmos de um dirigente”, frisou, prometendo um novo director-desportivo o quanto antes.

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