O documento, que obteve 3.265 votos favoráveis, 155 abstenções e nenhum voto contra, atribui as maiores variações à adoção das novas normas de contabilidade – do Plano Oficial de Contas (POC) para o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) e consequente aplicação do Método de Equivalência Patrimonial (MEP).

Entre 01 de julho de 2010 e 30 de junho de 2011, o emblema “encarnado” registou 5.210.533 euros de prejuízo, cerca de metade dos 10.648.279 euros negativos verificados na temporada 2010/09.

Os ativos passaram de 17.498.572 euros para 15.565.841 (menos 11 por cento), enquanto o passivo total foi diminuído em cerca de cinco por cento, para 99.312.450 euros face aos anteriores 104.518.490 euros.

«A aplicação do MEP teve um impacto significativo nas demonstrações financeiras do Sport Lisboa e Benfica, nomeadamente pela relevância dos resultados negativos gerados pela Benfica SAD e Benfica SGPS», lê-se no texto de análise económica e financeira, onde se adianta que, caso não tivesse sido aplicado o MEP, os resultados líquidos seriam de 1,1 milhões de euros positivos.

Os dirigentes consideraram ainda que, “com a total ausência de dívidas a instituições bancárias, a direção do Benfica considera que a sua exposição ao risco é residual e diminuta”.

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